Um estudo conduzido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) revelou dados preocupantes sobre o impacto da desinformação na cobertura vacinal brasileira. Segundo a pesquisa, 40% dos entrevistados afirmaram ter acreditado em pelo menos uma fake news relacionada a vacinas.

As informações falsas mais comuns identificadas foram: "vacinas causam autismo" (28% já ouviram), "vacinas alteram o DNA" (22%) e "imunidade natural é melhor que a vacinal" (35%).

A desinformação é tão perigosa quanto o próprio vírus. Precisamos investir em educação científica para combater esse fenômeno — Dra. Lucia Monteiro, pesquisadora da Fiocruz.

O estudo também identificou que pessoas que buscam informações de saúde exclusivamente em redes sociais têm três vezes mais chance de recusar ou adiar a vacinação.